Recentemente, a cantora Rihanna deu a entender que está reatando com Chris Brown. “Ok, mas o que tem mais nisso?” – você pode estar se perguntando. Não teria nada demais caso as pessoas não tivessem memória. Pra quem não lembra, Rihanna foi vítima de violência doméstica e, além de denunciar o agressor, colocou a boca no trombone e levantou a maior bandeira pra que as mulheres não se sentisse intimidadas e coagidas pelos “parceiros” em situação nenhuma, porque este tipo de relação é inaceitável.
E realmente é. Aqui no Brasil, nós, mulheres, contamos com a Lei Maria da Penha, que dirige atenção especialmente aos casos de abuso e violência doméstica. E até onde eu tenha acesso, é uma lei que funciona: as delegacias da mulher são ambientes totalmente amigáveis para as vítimas, normalmente fragilizadas: não existe aquele clima meio truculento das delegacias comuns. Há uma série de serviços disponíveis, indicados pela atendente, como por exemplo terapia, clínicas de exames físicos e acompanhamento. Porque se existe um problema relatado constantemente nos casos de agressão e abuso contra a mulher é a reincidência. Ou seja, acontece de novo. E de novo.
Mas por quê?
Porque nós, as mulheres, somos – teoricamente, muito teoricamente – alvos fácies. A grande maioria de nós vem com o sonho Disney embutido: um príncipe, uma família, fartura e o felizes para sempre. E acabamos dando chances, muitas chances, pra que isso aconteça. E este é apenas um dos fatores, tem coisa muito mais séria e profunda por aí.
O fato é que esta sensibilidade feminina abre espaço pra abusos. Abusos físicos, morais, de exploração e tantos outros que, infelizmente, são praticados em muitas vezes por quem está por perto com a contrapartida de proteger, prover, compartilhar. E é aí que mora o perigo: a gente abre as portas do coração, da casa, da conta bancária e do que e de onde mais for preciso pra estar perto do sonho, que na verdade é um pesadelo.
Já entrevistamos uma psicóloga aqui no Me Metendo que falou sobre conhecer ou não uma pessoa. É comum errar na escolha, é normal fazer concessões pra estar perto de alguém que a gente quer bem, é normal um monte de coisa. O que não é normal é ultrapassar o limite do respeito próprio, abrindo brechas enormes e que, em algns casos, não fecham nunca.
Ninguém é perfeito demais ou insubstituível pra te forçar a passar do seu limite. Ninguém pode ser chamado de parceiro se te ameaça, te abusa ou te chantageia, isso pra não falar da obviedade de agressões físicas, morais ou psíquicas. Acredite: o amor não se parece em nada com isso. Fale com a famíia, com os amigos, procure orientação, exponha a situação, exponha o agressor. Se cuide, sem medo. A vida tem que continuar. Não tenho conhecimento técnico ou embasamento acadêmico pra falar sobre o assunto, mas deixo estes alertas pra você que, como eu, é mulher, é firme e forte, mas não quer – nem deve! – perder a ternura jamais.

Mari, nossa, que demais esse post! A Rianna não deveria voltar com ele, sabe, mas fazer o que? Enquanto isso nós mortais podemos confiar no nosso sexto sentido, na intuição, naquela coceirinha que dá na cabeça. Apareceu um sinal de alerta? Confirme! Tem coelho nesse mato? Pula fora!!!! Como diz o ditado: “quando a esmola é demais, o santo desconfia”. Eu confio em todos os meus santos, sempre. Valeu mesmo pelo post, demais!!!!!!!
COMO PODE TER BABACA QUE PREFERE TRATAR MULHER ASSIM DO QUE COBERTA DE CARINHO BEIJO PRESENTES E AMOR? O QUE ESPERAM EM TROCA????????? JÁ FIQUEI PUTO JÁ BRIGUEI COM NAMORADA JÁ ESQUENTEI A CABEÇA. MAIS TUDO TEM LIMITE E É MESMO MARI ISSO É HORRÍVEL.
so posso dizer uma unica coisa: mulheres sao para proteger, nao para agredir.
Polícia contra esse bando de animal que se chama homem. E se possível, porrada, muita porrada!!!!!!!!!!!!!!!!! Polícia adora uma denúncia dessas… ainda mais vindo de mulher bonita!!!!!! Bater, ameaçar mulher? Ahhhh cumpadi… perigo pra você!!!!!!!!!