É carnaval em Salvador e em um tanto de lugares por aí! E se ainda não começou, está prestes a começar!
Então o troca-troca de hoje está no clima!
Vamos então à sessão de perguntas e respostas mais amadas aqui do Oba Oba:
Mari, qual a maior loucura sexual que você já fez no carnaval?
Mr.F., com esta pergunta me deixa encabuldada… sim, encabulada, porque esta é um blog de sexo e eu deveria te contar uma peripécia audaciosa de carnaval, toda sexy. Mas acho – acho não, tenho certeza! – que a maior loucura sexual que eu fiz foi passar o carnaval namorando, fidelíssima e longe do namorado. Toda aquela libido no ar, confetes, serpentinas, paqueras à mil e eu ali, esfriando os tamborins… Quase um desafio sexual, não acha?
Nossa! Veja como a vida nos surpreende não é mesmo? Vamos à pergunta da Mari:
Mr.F., com a folia rolando solta, ajuda a tirar uma dúvida enorme: o momento “coloca a camisinha, meu bem” acaba sendo delicado quando o cara não tem a consciência necessária. Como pedir com jeitinho – vulgo sem perder la ternura – pra que vocês compartilhem só o que há de bom?
Bom Mari, em primeiro lugar, se o cara não tem a consciência necessária deveria ficar chupando o dedo, só para aprender a ser mais bonzinho no ano que vem! Nem Papai Noel, nem os deuses do Carnaval gostam de menino mal-criado!
Embora seja um “anti-climax” pro momento, camisinha é 100% necessária. Então, vale pedir no ouvido do cara, sussurrando: “- ei, coloca logo uma camisinha que eu quero te mostrar uma coisa..”. Ou qualquer coisa do tipo, provocativa, tipo “demorou, não sabe o que está perdendo”.
Mas tenho uma dica mais infalível ainda para as mulheres, que de quebra acaba nem cortando o clima: tenham uma camisinha na bolsa, no bolso, na carteira, sempre à mão. No meio do rala e rola, ele nem vai questionar quando você pegar, abrir o pacotinho com os dentes, e simplesmente envelopar você mesma o dito cujo. Nós homens ficamos sem palavras nessa, não tem nem como dizer não. Vai fundo!
GENTE! BOM CARNAVAL! CONTA TUDO DEPOIS PRA GENTE!
E SEGUE A GENTE NO FACEBOOK, QUE TAL?
